Este ano estou novamente de partida para Fátima. Mais uma vez, é altura de parar e recarregar baterias.
Mas como é impossível refugiar-me completamente daquele que é o meu mundo (e nem teria sentido fazê-lo), levo comigo pessoas, intenções, sentimentos, perguntas... Tudo aquilo que tem feito parte da minha vida.
Mais do que um caminho para Fátima, espero ser um caminho de oração e reflexão. Afinal, às vezes o dia-a-dia ocupa-nos de tal maneira que acabamos por não arranjar tempo para nós.
Foto: Rui Brinquete




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